Sabem quando uma música muito má vos faz lembrar algo muito bom do passado?
Pronto, é isso que geralmente acontece comigo. E temos de tudo um pouco: desde Rita Redshoes até Kanye West.
Medo de mim.
Exemplos:
Pessoas, inclusive as que já não cá estão, factos, lugares, emoções, pensamentos, nem sempre os melhores, mas grande parte deles, saudosos.
E bem que precisamos. Depois da maratona CURTA EM DOIS DIAS, (para nós foi) eis que o resultado final pareceu-me ser algo mais do que o esperado. Antropologia Cultural e da Imagem, apresento-te: Proveitos da Fé, uma curta abençoada.
We can, we did it.
Kings of Conveniece. Andava há procura de qualquer coisa há uns anos atrás quando me deparei com o trabalho (brilhante!) destes dois jovens. E é rara a personagem que não fique "OMG, they're awsome", quando ouve, por exemplo I'd Rather Dance With You ou Winning a Battle, Losing the War.
Puramente Indie Folk, com leves toques de Indie Pop e Bossa Nova, os meninos da Noruega, lançarm até ao momento quatro álbuns, sendo o segundo uma versão remix.
Não sei muito sobre o percurso deles, sei apenas que são mais uma daquelas bandas ocultas e místicas que aparecem de lés-a-lés para actuar na Aula Magna e seguidamente na Casa da Música. E tal como eles já fizeram, tambem este ano outros vão fazer. E deram-lhes o nome de The XX. E miraculosamente, os bilhetes que davam acesso ao concerto destes na Casa da Música a 26 de Maio esgotaram em três horas. TRÊS HORAS! Os oriundos de chill-out e indie rock formaram-se em 2005 e contam com o seu primeiro álbum em 2009. Assumiram a liderança em muitas tabelas e pelos vistos, já têm tanto sucesso de bilheteiras como a Madonna ou os U2, infelizmente para mim.

(kings of convenience)
Hoje dedico-me a escrever sobre um tema muito agradável de que toda, ou quase toda a criatura portuguesa, se queixa: da tal crise. O mais interessante a ter em conta logo em primeiro lugar é: de que espécie de crise é? Diz-se financeira.
Mas ora vejamos com atenção para não estar a cometer nenhum erro: ainda hoje deu-se mais uma greve dos enfermeiros, para não variar muito, e queixam-se claro dos salários. Só não percebo é porquê. E venha quem vier, eles são tudo menos pobrezinhos: trabalham no hospital ou nos CAT's, e como se não bastasse, ainda fazem horas aqui e ali em clínicas privadas. Problemas de dinheiro? Ahum...
Depois falando no geral: há a tal falta de dinheiro. Falta? É falta, mas nos períodos altos do ano como o verão, o natal e o reveillon, são os portugueses que esgotam os hotéis nas caraíbas. Crise ainda? Mais que não seja terem de andar metidos em créditos até às orelhas para depois se poderem gabar nos gabinetes à hora do café (que é basicamente, o dia todo) que foram para este sítio todo woow.
E no fundo, sacodem a água do capote e acusam o governo por estarem falidos.
Depois ainda há o caso da gente inscrita no centro de desemprego. Não quero julgar ninguém, mas o facto é que no geral, há quem "esteja a ser pago para estar em casa" e digo-vos, esta frase foi dita por um cívil (ou algo semelhante). É claro que para muitas pessoas (sem ponta de carácter, convenhamos) é muito mais fácil estar a receber sem ter que fazer nada. E depois dizem "ah e tal, há falta de emprego." Poupem-me! Há falta sim de gente a querer trabalhar, isto porque limpar escadas não é trabalho a que se sujeitem.
No final de contas, não culpo os comuns: culpo sim a organização do país nestes sectores, porque se o controlo fosse maior...
Era isso.
E os gatos não param. Enquanto a série não estover completa e pronta a ser verdadeiramente filmada, o que surgem são testes à paciência de dois gatos cheios dela.
E o resultado é o que se pode ver:
As conversas de Kibitto e Pirata
(screenshot da curta)

Mesmo a calhar. City Lights - Charlie Chaplin (Cena Final)
Contagem decrescente para mais um "final fight" de História do Cinema: sexta-feira, em todas as salas da ESTA.
Contagem decrescente para os pré-requisitos de TCAV (3ª e última vez). Oito ou nove de Abril, nos cinemas.
Contagem decrescente para a fase de mudança de curso e transferência. A partir de Julho, numa tela próxima de mim.
E esperemos que seja desta que me mudo de vez para a invicta. Terras do centro/sul não é comigo - não totalmente. E o Porto hoje que estava tão fresco e luminoso, logo havia de ser dia de correrias (POR FAVOR, QUAL É A SECRETARIA UNIVERSITÁRIA QUE ESTÁ ABERTA DUAS HORAS POR DIA?)
Por falar em coisas no geral:

Ficou durante a noite a uploadar para hoje publicar aqui também.
Obrigada Ratinho, por tão precioso tempo gasto. ^^
Literalmente. Eu às vezes ouço coisas do diabo... E o problema é que tem dias que são tão agressivos que perco-lhes a conta. Mas desta eu lembro-me:
A: EU DISSE-TE QUE QUERIA UM CAFÉ CURTO E TU DÁS-ME UMA CHÁVENA CHEIA?
R: Queres um café curto? Então não o bebas todo, ora. (ar arrogante e com a mania que está certa).
...
É daqueles momentos em que o meu cérebro para para pensar bem no que acabou de ouvir e constatar a tamanha idiotice.
Há dias assim, sim.
Il Café di Roma. Sá da Bandeira.
É isso: depois de levarmos com a multidão a vestir roxo, bege e vermelho, siga-se o azul no verão. Óptimo para os stocks!
Por falar nisto, vi algo que me agradou enquanto folheava, mas...tinha demasiados zeros. Fuck.
No entando, continuo à procura daqueles da armação preta, das lentes gigantes, mesmo mesmo à Jenny Schecter. E está para breve.

audrey tautou
"A moda é feita para passar de moda"
As coisas que eu tenho.
As coisas que eu vejo.